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Sudene e Mdic assinam Acordo de Cooperação Técnica

09/05/2016

Com o intuito de partilhar conhecimentos e experiências, a Sudene assinou na última quarta-feira (04/05) um acordo de cooperação técnica com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O acordo prevê o estabelecimento de um intercâmbio de informações com o objetivo de articular ações que viabilizem novos investimentos nas regiões.

“Estamos unindo forças para identificar as cadeias produtivas de cada região do Nordeste. Descobrindo as vocações naturais de cada canto, seus gargalos e dificuldades, poderemos pensar em estratégias para potencializar essas ações e tornar o ambiente atrativo para novos investimentos”, afirmou o superintendente João Paulo Lima.

A cooperação entre a autarquia e o MDIC também irá fortalecer a Rede Nacional de Informações sobre o Investimento, conhecida como Renai. Nesse instrumento é uma espécie de catálogo virtual com todos os dados úteis das cadeias produtivas e economias locais para auxiliar um potencial investidor na tomada de decisão sobre os investimentos. A Renai trará as informações necessárias para diminuir riscos dos possíveis investidores na região.

É importante ressaltar que o desenvolvimento, que as duas entidades buscam, é sustentável e inclusivo.

Dentre os resultados esperados do termo de cooperação estão os estudos setoriais de cadeias produtivas e a estruturação de políticas de estímulo à atividade econômica.

O Acordo de Cooperação entre a Sudene e o MDIC faz parte da política instituída na autarquia pelo superintendente João Paulo de integrar diversos órgão públicos e organizações sociais. “Sabemos que a união fortalece, ajuda a atingir objetivos em comum e evita que esforços repetitivos sejam feitos em vão”. Seguindo essa linha, a Sudene firmou também nesta quarta-feira, acordo de cooperação com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), visando a realização de estudos e pesquisas sobre projetos e políticas públicas que proporcionem o desenvolvimento regional, em especial as voltadas para o semiárido, região marcada pelo abandono e onde se detém os piores índices de Desenvolvimento Humano e as maiores taxas de analfabetismo do Brasil.

Fonte: SUDENE 

 

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